Mais uma vez a Defensoria Pública foi reconhecida - internacionalmente - como o modelo ideal de assistência jurídica aos mais necessitados. O Comitê da ONU sobre Eliminação da Discriminação contra as Mulheres (CEDAW, na sigla em inglês), na sua última Recomendação, de nº. 33, recomendou aos Estados-partes que "Institucionalizem sistemas de assistência jurídica e defensoria pública que sejam acessíveis, sustentáveis e respondam às necessidades das mulheres".
Outro ponto importante da recomendação do CEDAW destaca a aferição de renda para deferir a assistência jurídica gratuita para as mulheres: "Em casos de conflitos de família ou quando a mulher carece de acesso igualitário à renda familiar, a verificação de recursos para determinar a elegibilidade à assistência jurídica e defensoria pública deve basear-se na renda real ou nos bens disponíveis da mulher".
No tocante ao Direito Internacional dos Direitos Humanos (DIDH)
, já há quatro Resoluções da Organização dos Estados Americanos (OEA) incentivando não apenas que os países-membros institucionalizem a Defensoria Pública, mas que a outorguem autonomia.
O documento pode ser lido na íntegra através deste
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